Benefícios do SKU no Processo Logístico


No post de ontem, foi destacada a importância de utilização do SKU (Stock Keeping Unit) na organização do estoque no armazém. Também foi dito que apesar do uso do código de barras também ser utilizado por muitos gestores como identificador, criar a própria linha de identificação da empresa pode ser muito vantajoso e evitar confusões.

Veja abaixo algumas vantagens:

1. SKUs são únicos, criados sob critério de cada empresa (códigos de barra não).

2. Podem ser lidos por humanos, se elaborados corretamente, permitindo que até empresas de menor capital tenham condições de ter um estoque organizado.

3. Ainda são considerados mais eficazes para a administração e manutenção do estoque.

4. As variações contidas no SKU são dispostas de forma lógica.

5. São fáceis de serem identificados, pois apresentam linhas de produto de forma óbvia.

6. SKUs são extensíveis e permitem crescimento dos dados no futuro.

Como compor um SKU eficaz?

Basicamente são compostos de informações sobre o fabricante, descrição do produto, material, tamanho, cor, embalagem, garantia etc. Veja abaixo o exemplo de SKU da empresa fictícia Future, do ramo de roupas:

Mas atenção aos erros mais corriqueiros ao se trabalhar com unidades identificadoras nos processos logísticos. Atribuir o mesmo SKU a diferentes modelos de produto ou a dois ou mais produtos diferentes pode causar um grande transtorno. Confundir o SKU com código de barras é outra prática equivocada. O SKU será o código de barras de um produto apenas quando o vendedor optar por isso, não sendo, porém, algo obrigatório.

Para evitar esses e outros erros, algumas dicas podem ser muito úteis, tais como:

> Atribuir SKU de forma sequencial. Exemplo: SKU 1 para o 1º produto, SKU 2 para o 2o produto, SKU 3 e assim por diante.

> Criar um SKU que lembre o seu produto. Exemplo: uma camiseta preta de tamanho grande teria o SKU CPG.

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