Concessão da BR-101/SC prevê melhorias para tráfego diário de mais de 24 mil veículos e mais de 7.40


Com o objetivo de atrair investimentos estrangeiros, o modelo de concessão da BR-101/SC foi aprovado durante a 10ª reunião do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI), realizada ontem (21), em Brasília/DF.

Com leilão marcado para janeiro de 2020, a concessão abrange 220,4 km entre o sul de Palhoça/SC e a divisa com o Rio Grande do Sul e prevê investimentos de R$2,9 bilhões. De acordo com o Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), os custos operacionais podem chegar a R$3,6 bilhões em conservação, operação e monitoramento, totalizando R$6,5 bilhões a serem aplicados no sistema viário ao longo de 30 anos de concessão.

Considerada uma importante rodovia, tanto para o transporte de passageiros como o de carga, a BR-101/SC recebe diariamente cerca de 24.000 veículos (um número bastante alto). Ainda segundo o PPI, com o investimento previsto para as três décadas, estima-se que sejam alcançados, aproximadamente, 7.360 mil empregos diretos e indiretos.

Veículos de carga sofrem com tráfego intenso e falta de monitoramento

Dentro desse prazo, espera-se a exploração da infraestrutura, além de recuperação, conservação, manutenção, operação, implantação de melhorias e ampliação de capacidade. Isso porque o trecho concedido já está duplicado, com rodovia padrão Classe I-A. Porém, o nível operacional já está em saturação. A concessão deverá resultar em mais fluidez, confiabilidade e segurança do transporte de carga e passageiros, reduzindo acidentes, tempo de viagem e custo logístico entre as regiões Sul e Sudeste do país.

Fonte de pesquisa: PPI | Ministério da Infraestrutura

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